FIC e Grupo Ímpar firmam parceira para proporcionar negócios em Cabo Verde

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A empresa FIC e o Grupo Impar rubricaram esta segunda-feira um protocolo de parceira, cujo objectivo é proporcionar e agilizar negócios em Cabo Verde. Na ocasião, o PCA da FIC, Gil Costa, destacou a importância deste acordo que, diz, comporta uma série de contrapartidas, sobretudo do Grupo Ímpar para a FIC, para as empresas expositoras e para os visitantes profissionais. Já o CEO da Ímpar e PCA do BCN, Luís Vasconcelos Lopes, explicou que o Grupo Ímpar está a apostar fortemente em acompanhar o ciclo de vida das empresas e os seus momentos importantes neste percurso.

Segundo Gil Costa, a dinâmica que a FIC tem conseguido ao longo dos seus 21 anos de existência já não se circunscreve à área feiral. Neste sentido, desde o ano passado começou a procurar parceiros sectoriais, tendo concretizado no imediato um acordo de parceiro tecnológico com a Unitel Tmais. “Este ano lançamos o repto ao Grupo Ímpar – banca e seguros. Este respondeu prontamente ao desafio, na perspectiva de que a FIC é um instrumento de promoção empresarial, mas a maior parte dos negócios acontece no período pós-feira. Temos de poder proporcionar às empresas produtos e serviços que possam ajudar a consolidar estes negócios”, explica.

Já o CEO da Ímpar e PCA do BCN entende que esta é uma oportunidade que o Grupo Ímpar não podia ignorar, pelo que aproveitou para agradecer o PCA da FIC e a Câmara de Comércio de Barlavento. “As feiras são um meio excelente para afirmação da pujança do sector privado e automaticamente da dinâmica do mercado cabo-verdiano. O BCN e a Impar, neste momento o Grupo Impar, na sua dupla vertente banca e seguros, quer apostar e acompanhar o ciclo de vida das empresas e os momentos importantes ao longo do percurso”, salienta Vasconcelos, reforçando a afirmação de Gil Costa de que os negócios não acontecem só na feira.

Neste contexto, Luís Vasconcelos acredita que esta é apenas o início de uma parceria para perdurar, sobretudo porque o grupo tem matriz cabo-verdiana, conhece os ciclos e teve a sua origem no sector privado nacional. “Queremos materializar aquilo que são efectivamente mais-valias de um conhecimento operacional da realidade do país e encontrar as soluções adequadas para cada tipo de operador que nos procurar”, realça.

Foi com este propósito que o Grupo abraçou este desafio lançado pela FIC e que promete dar a máxima atenção. Aliás, diz Luís Vasconcelos, faz parte dos seus desígnios estratégicos fazer o acompanhamento da parte empresarial de Cabo Verde, um propósito que está na sua natureza e denominação enquanto Banco Cabo-verdiano de Negócios (BCN). “Estaremos sempre na linha da frente daquilo que são os interesses dos clientes, das empresas e de Cabo Verde”, garante.

Em suma, enquanto parceiro gold e sendo parceiro sectorial banca-seguro, Gil Costa acredita que esta parceira vai proporcionar à FIC, mas sobretudo às empresas expositoras e visitantes profissionais que vão estar nesta edição da FIC, contrapartidas e facilidades para se fazer negócios.

Constânça de Pina

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