Fogo destrói gabinete do escritório da Corin na Rua Argélia

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Um incêndio deflagrou, esta manhã, por volta das 8h30, num dos gabinetes da empresa comercial Corin, na Rua Argélia, em São Vicente. Apesar da acção pronta dos Bombeiros Municipais, o fogo alastrou-se rapidamente devido à presença de materiais de fácil combustão e consumiu por completo todos os equipamentos. Dois funcionários que inalaram fumo tiveram de ser levados ao hospital Baptista de Sousa.

Tudo indica que na origem do incêndio está um curto-circuito ocorrido num dos gabinetes do escritório desta empresa de comércio geral mindelense, segundo o responsável Fausto Mendes. Na altura, encontravam-se na sede da Corin dois funcionários. “Não sei ao certo a hora em que o incêndio deflagrou. Fui alertado por um dos funcionários. Por dedução, pensamos que o fogo resultou de um curto-circuito, tendo em conta que o lume ficou restrito a um único gabinete”, explica Mendes, destacando a celeridade com que os bombeiros acudiram ao chamado e apagaram o fogo.

Mesmo assim, os prejuízos são avultados, tendo em conta que o fogo se alastrou rapidamente. “Os prejuízos são de vária ordem, desde equipamentos, computadores, cadeiras, secretárias, documentos, entre outros c”, diz.

Jorge Leite, dos Bombeiros Municipais, também acredita que na origem deste incêndio está um curto-circuito, porque quando chegaram ao local constataram que o fogo estava circunscrito a um único espaço. “Aconteceu dentro de uma sala, mais precisamente num canto onde estavam dois computadores ligados. Pensamos que os funcionários chegaram ao serviço e ligaram estes equipamentos. Deu-se então o curto-circuito, mas o fogo espalhou-se rapidamente”, revela.

Este garante ainda que os BM chegaram rapidamente ao local, mas a quantidade de fumo no local impossibilitou a entrada imediata na sala. Foram eles, aliás, que retiraram e prestaram assistência aos dois funcionários, que foram posteriormente levados ao hospital devido ao fumo que inalaram. “Os prejuízos são avultados.O fogo queimou equipamentos de escritório, dois computadores de mesa, três cadeiras e outros materiais. Mas todo o segundo piso do edifício ficou defumado”, acrescenta.

Este é o terceiro incêndio registado nos últimos dias em São Vicente. O primeiro foi uma viatura de um psiquiatra que foi queimado por um individuo na rua Baltazar Lopes.O acto foi testemunhado por elementos da Sokols que, na altura, fixavam cartazes na rua. Estes intentaram de imediato uma perseguição ao alegado autor do fogo posto, que foi preso pela PN, nas imediações da Praça Estrela, ainda na posse de um recipiente com combustível.Também ontem aconteceu um incêndio numa residência particular na zona da Vila Nova.

Constânça de Pina

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