Laginha, socorro… ratos!

1904

Por Sidneia Newton

Desta vez não me refiro aos ratos que adoram ficar com o suor dos outros, assaltando tudo e todos, trazendo insegurança à cidade. São ratos, os roedores. Minto… ratazanas, para ser mais realista. E em quantidade preocupante!

Quase que se assemelham a coelhos no tamanho, confesso ser a primeira vez que vejo tantos e tão grandes. As enormes pedras que se encontram a redor da zona balnear, parece terem-se transformado em lares e ninhos de ratos. Escolheram a Laginha como morada e saem à espreita em particular à noite. Invadem o areal, as calçadas e o miradouro, aonde muitos fazem os seus treinos, passeiam com os familiares e aonde alguns param para apreciar o cheiro a maresia, a vista e o sossego.

Se fossem moradores comuns, diria que não poderiam ter escolhido melhor cenário para se instalarem. Mas, além da saúde pública das pessoas que estes intrusos colocam em causa, são audaciosos, não se importando com a presença de ninguém, e se algum desprevenido deixar, até chegam ao pé dos que por lá passam. Sem deixar de referir que é uma afronta aos vários estabelecimentos, como bares, restaurantes, hotéis e outros locais instalados nos arredores da praia, que envolvem processamento de alimentos.

Sendo a Laginha um dos cartões-de-visita da ilha de S. Vicente, merece ser mais cuidada. Se não conseguirem acabar com todos, pelo menos que diminuem o número destes roedores, gordos e enormes.

 

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