Manifestação 13 de Janeiro: Sokols espera adesão significativa dos mindelenses

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O movimento Sokols 2017 espera uma adesão significativa de pessoas na manifestação cívica do dia 13 de Janeiro, na ilha de S. Vicente. Segundo Salvador Mascarenhas, é natural haver uma comparação entre o número de participantes registado no protesto popular do dia 5 de Julho, que terá mobilizado entre 10 a 12 mil manifestantes, mas nega por enquanto estimar se vai aparecer um número similar, superior ou inferior. Para esse activista, o importante é que S. Vicente continue a demonstrar o seu descontentamento pela forma como tem sido tratada pelo poder central nos últimos 40 anos, o que, nas suas palavras, está espelhada no Orçamento do Estado para 2018. E esse sentimento, como diz, está bem latente nos comentários e reflexões dos mindelenses abordados até agora pelos membros do Sokols.

“Este fim-de-semana fizemos contactos com moradores das zonas de Dji d’Sal, Monte Sossego, Ribeirinha, Cruz e Km-6 e sentimos que as pessoas estão dispostas a voltar a sair à rua, porque estão cansadas com a situação a que a S. Vicente foi votada. Além disso acreditam que não podemos abrandar o ímpeto dessa luta”, comenta Mascarenhas, cujo grupo, diz, tem verificado acções levadas a cabo por determinadas pessoas e entidades com o claro propósito de desmobilizar os manifestantes. Para ele, a presença quase que constante de membros do Governo na ilha de S. Vicente nestes últimos tempos e a instalação do Ministério da Economia Marítima na cidade do Mindelo visam mostrar aos mindelenses que as coisas começam mudar, pelo que não precisam voltar a sair à rua.

A resposta a essa alegada estratégia do poder, segundo Anildo “Cubilas” dos Reis, tem sido a determinação do grupo Sokols em manter de pé a manifestação para este Sábado, acto que, na sua perspectiva, terá uma presença ainda mais expressiva que a concentração do dia 5 de Julho. “Já sabíamos que haveria medidas de desmobilização porque viram o impacto da primeira manifestação. Começamos a sentir os entraves na própria Câmara de S. Vicente, que demorou um mês e dez dias para passar-nos a competente autorização. Só hoje é que vamos receber o documento”, revela Cubilas, que promete divulgar em breve um outro caso concreto de tentativa de esvaziamento da força do protesto e que ele considera deselegante e grave.

Para o dia 13 de Janeiro, o Sokols programou uma prova de atletismo com partida às 8,30 da manhã, seguida da marcha cívica, que deverá arrancar por volta das dez horas, a partir da Praça Estrela (e não praceta Dom Luís como escrevemos antes). A manifestação irá percorrer a Rua do Coco, Rua Baltasar Lopes, Fonte d’Meio, Avenida 5 de Julho e terminar na praceta Dom Luís, onde os manifestantes serão agraciados com um espectáculo de música tradicional e Hip Hop.

Kim-Zé Brito

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3 COMENTÁRIOS

  1. Soko esse grupinho de estema dereita de San vicente que ñao sao politico de nome estranho que ñao tem nada ver com nossa identidade a me me lemb4o de uma estrmista de Estado unido KUSKU KLAN, maoria de sus deregentes som filhos de colonos portugues teve sorte de ter bons estudos o que eles aproveita para devidir a sociadade Cabo verdiana , porque eles nunca senta cabo verdianos , son ilhenhos que dorme com san vicente sonha com san vicente e amaanhece com san vicente conhece Europa e San tuantao ñao lhes interesa conhecer mas Cabo verde, e menos a ilha mae qué Sao tiago sao atipatriotico

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