Mário Semedo volta à presidência da FCF e promete reorganizar o futebol interno

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Eleito este sábado presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol com sete votos a favor contra quatro do seu adversário Mário Donay, Mário Semedo promete reorganizar o futebol nacional. No total, foram 11 as associações subscritas que participara neste acto eleitoral.

Semedo, que desempenhou a mesma função por 16 anos, regressa com uma lista constituída por Gerson Melo, Joel Barros, Inácio de Carvalho, Lito Semedo, Paulo Santos e Rui Évora, como vice-presidentes, Álvaro Cruz presidente da Mesa da Assembleia-geral, Hernâni Soares (Conselho de Justiça), Luís Aguiar (Conselho Fiscal), Samuel Cosmos (Conselho de Disciplina) e Nélson Barbosa (Conselho de Arbitragem).

Logo após a apuração dos resultados, Semedo disse à imprensa que aposta na reorganização do futebol interno se justifica porque no passado houve investimentos fortes a nível da seleção nacional, enquanto o primeiro foi descurado. “Impõe-se uma viragem para o futebol interno a nível das competições e um novo modelo do campeonato nacional e nas provas de futebol de formação, afirmou, realçando que estes vão ser aspectos marcantes do seu mandato.

Relativamente à selecção nacional de futebol, Semedo garantiu que a sua equipa vai traçar um plano de modernização e restruturação, tendo em conta que no momento há muitos jogadores jovens que poderão ser trabalhados para integrar os “tubarões azuis”. Quanto ao seleccionador, a aposta vai continuar em Lúcio Antunes, “um treinador com resultados” .

A nível de futebol de formação, o novel presidente da FCF prometeu criar um espaço transição de júnior para sénior para que se crie um campeonato nacional nessas faixas etárias. Prometeu no entanto trabalhar com mais cuidado para implementar medidas que permitem uma gestão mais profissional, sobretudo a nível da organização. “Temos que introduzir medidas correctivas para que possamos estar ao nível que todos esperam e exigem neste momento da federação e na seleção nacional”, finalizou o gestor máximo do futebol nacional.

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