PR dá posse ao novo Governo da IX Legislatura na tarde desta sexta-feira

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O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, dá posse na tarde desta sexta-feira, 05 de Janeiro, ao novo Governo, o segundo desta IX Legislatura. A cerimónia, que vai ter lugar no Palácio da Presidência, inicia às 16h30, com a recepção dos convidados e Altas Entidades do Estado, designadamente os presidentes do Supremo Tribunal da Justiça, do Tribunal Constitucional e da Assembleia Nacional.

O novo Governo, saído da remodelação governamental anunciada em Dezembro findo, conta mais dois novos ministros e seis secretários de Estado adjuntos, que se juntam aos 12 ministros repetentes, incluindo o Primeiro-ministro, empossados a 20 de Abril de 2016. Este reforço vai ter um impacto financeiro de 32 mil contos nas finanças do país.

Segundo o Decreto Presidencial n.2/2018, são nomeados Olavo Correia (vice-Primeiro Ministro, em acumulação com o de Ministro das Finanças), Fernando Elísio Freire (Ministro do Estado, em acumulação com o de Ministro dos Assuntos Parlamentares e da Presidência do Conselho de Ministros), José Gonçalves (Ministro do Turismo e Transportes e Ministro da Economia Marítima), Alexandre Monteiro (Ministro da Indústria, Comércio e Energia) e Júlio Duarte Lopes (Ministro-Adjunto do PM para Integração Regional).

São igualmente nomeados Gilberto Barros (Secretário de Estado-Adjunto das Finanças), Edna de Oliveira (Secretária de Estado-Adjunta para Modernização Administrativa), Pedro Nuno Alves Lopes (SE Adjunto para Inovação e Formação Profissional), Paulo Jorge Veiga (SE Adjunto para Economia Marítima), Carlos Monteiro (SE Adjunto do Ministro de Estado) e Amadeu João da Cruz (SE Adjunto da Educação).

Por altura do anúncio desta remodelação, o PM, Ulisses Correia e Silva explicou que esta vinha sendo preparada há algum tempo. Disse ainda que, apesar das caras novas, o Governo contínua pequeno, tendo em conta que foram acrescentados apenas dois ministros e secretários de Estados adjuntos, e não secretários da Secretária do Estado. Basicamente, reforçamos a coordenação económica e a coordenação política para uma melhoria da eficiência e eficácia governativa”, frisou.

Esta remodelação despoletou reacções da oposição, com o PAICV a dizer que a mexida veio dar razão as críticas dos partidos e da sociedade civil, mas também revela “falta de coragem para agir em tempo útil”. A UCID mostrou-se “surpreso” com o aumento do Governo de 12 para 20 membros, dizendo que a remodelação foi “demasiada profunda e extensa” e contradiz os argumentos apresentados pelo MpD nas campanhas quando defendeu um Governo enxuto. Leitura diferente teve o MpD, para quem os novos membros vão reforçar o executivo e contribuir para materializar o seu programa.

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