Cabo Verde destacado na rubrica Turismo da Folha de São Paulo

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Cabo Verde é o destaque principal da rubrica Turismo do jornal online brasileiro Folha de São Paulo, através de duas reportagens: “Cabo verde reúne praias de águas claras, vulcão e montanhas” e “Jovens músicos de Cabo Verde seguem os passos de Cesária Évora”.

Ilustrada com muitas fotografias, o jornal apresenta Cabo Verde ao Brasil e ao mundo, partindo da figura carismática de Cesária Évora que, diz, partiu da cidade do Mindelo rumo à Europa, e desde então começou a tirar o país do anonimato. “Os sons e cores do país passaram a ser conhecidos em lugares nos quais a cantora entoou suas mornas e coladeiras – géneros musicais típicos do arquipélago”, lê-se no artigo assinado por Karime Xavier, que assume ser impossível falar de Cabo Verde sem citar a diva dos pés descalços.

Local e artista estão intimamente ligados pelas rochas da ilha de Santo Antão, pelo mar de São Vicente, pela melancolia dos fados e pelas línguas faladas: crioulo e português. A primeira é a que toca o coração das pessoas, geralmente passada de pai para filho – embora de raiz no português, pode não ser fácil para o ouvido brasileiro. A segunda é mais formal, usada em universidades e órgãos público”, refere.

Esta faz ainda uma apresentação das dez ilhas, destacando as particularidades de cada uma em sintonia com o cartaz turístico “Cabo Verde: um país, dez destinos” onde vai apontando os principais atractivos. Também procura semelhanças com o Brasil: samba, futebol e praia e realça igualmente o gosto dos cabo-verdianos pelas telenovelas brasileiras.”

A jornalista rende-se à “morabeza” crioula e ao talento dos jovens músicos cabo-verdianos: Assol Garcia, Lura, Carmen Sousa, Mayra Andrade, Élida Almeida e Djodje, quase todos reconhecem influência dos artistas brasileiros. E evoca sucessos do Bana, Ildo Lobo, Tito Paris e dos Tubarões. Enfim, duas reportagens-chamariz para a beleza de Cabo Verde. No texto o jornalista termina a explicar os ritmos musicais de Cabo Verde: morna, coladeira e funaná. No fundo, duas reportagens promocionais que o nosso país nunca vai conseguir pagar.

Constânça de Pina

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