Centro Nacional de Arte Artesanato e Design já tem estatuto

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Já foi publicado no Boletim Oficial os estatutos do Centro Nacional de Arte Artesanato e Design (CNAAD). Esta publicação, segundo o Ministério da Cultura, tutela do centro,  cria, formalmente, um novo instituto público e formaliza a fundação do CNAAD como a instituição nacional responsável pela preservação da herança histórica e cultural.

Ao  mesmo tempo, avança o MC, responde aos novos desafios da contemporaneidade, através de um trabalho que tem na sua base estimular, potenciar e fomentar o desenvolvimento das diversas manifestações artísticas, com particular foco no artesanato e no design a nível nacional, dentro da perspectiva ampla das artes visuais. Para a tutela  este é “mais um  um passo para o cumprimento do compromisso do Governo, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas- a formalização das instituições ligadas à cultura dotado de condições técnicas e financeiras para o cumprimento da sua missão”.

Segundo o MC, de  Cooperativa Resistência a Centro Nacional de Artesanato, de Centro Nacional de Artesanato e Design a Centro Nacional de Arte Artesanato e Design, fez-se história em Cabo Verde no contexto das políticas públicas para as artes, artesanato e design com a publicação do Decreto-Lei nº 26/2018 de 24 de maio que cria o Centro Nacional de Arte Artesanato e Design, enquanto instituto público de regime especial, dotado de personalidade jurídica de direito público e inerente autonomia administrativa, financeira e patrimonial.

“Este estatuto, além de fazer história, restitui a dignidade deste Centro que tem na sua base o extinto CNA – fundado por Manuel Figueira, Luísa Queirós e Bela Duarte – que serviu de base para se compor o tecido artesanal, a identidade visual e estética cabo-verdiana, que servem de rampa para projectar o futuro”, sentencia o Ministério da Cultura para quem o estatuto é resultado de uma visão clara, de um trabalho firme e com objectivo de assentar o desenvolvimento cultural de Cabo Verde em sólidas bases e que reforça os desígnios da descentralização, levado avante pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas.

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