Presumível assassino de Nuno Silva em prisão preventiva

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O Tribunal da Comarca do Sal decretou este sábado, 20, a prisão preventiva para o suspeito de matar o colega de trabalho e futebolista Nuno Silva. André Tavares é ainda acusado de ter atingido o patrão com dois disparos.

Sobre o alegado agressor de Nuno Silva, que trabalhava a seis meses numa empresa de cerveja na ilha do Sal, recaí a acusação de dois homicídios, sendo uma de forma tentada. No Tribunal, Tavares, que se apresentou com o rosto tapado, remeteu-se ao silêncio durante o interrogatório.

O alegado assassino de Nuno Silva foi capturado por volta das seis horas da manhã na cidade de Santa Maria, numa operação conjunta das Polícias Nacional e Judiciária. Tavares foi encurralado por agentes destas duas polícias e acabou por entregar-se sem resistência, apesar de estar armado.

Na sua posse o individuo tinha um revolver calibre 6,35 mm, a mesma arma que terá usado para assassinar Nuno Silva com seis tiros e ferir um português com dois disparos, na ilha do Sal. O suspeito estava foragido, depois de ter supostamente cometido o homicídio.

Presente ao juiz, este decidiu decretar a sua prisão preventiva, tendo em conta o risco de fuga. Por outro lado, Tavares não é réu primário, tendo em conta que cumpriu oito anos de prisão na Praia, por tentativa de homicídio.

Quanto à Nuno Silva, falecido, vai ser sepultado amanhã, segunda-feira, 22. Já o cidadão português, que foi baleado com dois tiros, foi evacuado para o Hospital Agostinho Neto e depois para Portugal. Está fora de perigo.

CP

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