Sete meses depois combustíveis têm baixa ligeira

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Após altas sucessivas nos últimos sete meses, os combustíveis registam desde às zero horas desta quinta-feira uma baixa ligeira de preço. O gás butano foi o produto petrolífero que teve uma redução mais acentuada de 5,45% e está a ser vendido a granel por 123.20 escudos o quilo.

De acordo com a nova tarifa disponibilizada pela Agência de Regulação Económica (ARE), a gasolina que no mês de Fevereiro chegou a atingir a cifra de 119.70 escudos o litro, baixou 1,34 por cento e está a ser vendida a 118.10 escudos. O gasóleo normal, que custava 97.10 escudos o litro, teve uma redução de 2,06 por cento e está a ser vendido por 95.10 escudos.

A redução do preço do gasóleo para electricidade foi de 2,44 por cento, ou seja, baixou de 81 para 79.90 escudos o litro e o da marinha reduziu 2,60% caindo de 69.20 para 67.40 escudos o litro. O Petróleo registou uma descida de 0,12% para 83$40 escudos, o Fuel 380, desceu 1,87% para 52$40 escudos, e o Fuel 180, também desceu 1,91%, para 61$60 ECV/L.

Já o preço do Butano, seguindo a tendência internacional, registou uma redução mais acentuada de 5,45% e está a ser vendido a granel por 123.20 escudos/kg. Com isso, as garrafas de 3 Kg passaram a custar 351 escudos, as de 6kg 739 escudos, as de 12,5 kg 1.540 escudos e as de 55 kg 6.778$ escudos. Mas esta redução de preço dos diversos produtos petrolíferos não cobre nem de perto nem de longe os aumentos registados nos últimos sete meses.

A ARE, replica as informações do Platts European Marketscan e o LPGas Wire e avança que no mês de Fevereiro registou-se uma baixa generalizada de preços dos combustíveis nos mercados internacionais cotados em dólares. Este facto, aliada à depreciação do euro face ao dólar americano, determinou a redução de preço de todos os produtos petrolíferos.

Diz ainda que, apesar do forte crescimento da demanda em 2017 e dos cortes de produção feitos pelos países da OPEP, os preços do petróleo inverteram a tendência de subida a partir de finais de Janeiro até meados de Fevereiro, pressionados sobretudo pela divulgação de informações de aumento de produção do petróleo pelos Estados Unidos. Estes preços vão vigorar até ao dia 31 de Março do corrente ano.

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