Síria abate avião israelita e corpos são decapitados no México

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Os acontecimentos internacionais de maior relevância dão conta que o exército sírio abateu hoje um avião militar israelita, enquanto que no México as autoridades foram surpreendidas com a imagem macabra de cinco corpos decapitados deixados às porta de uma funerária.

Pelos lados do Médio Oriente, a tensão entre a Síria e Israel conheceu uma subida de temperatura com um ataque desferido pelo exército sírio a um avião pertencente a Israel. Essa foi a resposta da Síria ao derrube por Israel de um drone iraniano, mas lançado a partir da Síria. Ao que tudo indica, o drone entrou no espaço aéreo israelita e foi atingido por um míssil disparado de um helicóptero.

Porém, a reacção da Síria não se fez esperar. Como revanche, o exército sírio atingiu uma aeronave israelita naquele que já foi considerado um dos incidentes mais graves envolvendo Israel, Irão e Síria desde o início da guerra civil no território sírio e que foi desencadeado há coisa de oito anos.

No México, as autoridades no Norte do país afirmaram que cinco corpos decapitados foram deixados em frente a uma funerária. A promotoria do Estado de Chihuahua disse que as mortes ocorreram na cidade de Guachochi. A região é parte de uma área conhecida como Triângulo Dourado por conta da quantidade de drogas produzidas.

Quatro homens armados chegaram numa caminhonete na funerária Guemar e deixaram dois corpos sem cabeça e perfurados por balas. Horas depois, outro veículo do mesmo tipo  chegou à mesma funerária, deixando dessa vez outros três corpos. O motorista da segunda caminhonete afirmou que encontraram os cadáveres numa rodovia e levaram-nos ao local. Até agora, quatro vítimas foram identificadas por parentes, sendo que dois eram irmãos.

Pelos lados da Polónia, o conselheiro do presidente Andrzej Zybertowicz disse ao jornal “Polska-The Times”, em entrevista publicada nesta Sexta-feira, que a reação de Israel diante da lei que criminaliza algumas declarações sobre a participação do país na Segunda Guerra Mundial vem de um “sentimento de vergonha pela passividade dos judeus durante o Holocausto”. O presidente da Polônia, Andrzej Duda, sancionou a lei em questão na última terça-feira, lei que ameaça com sentenças de até três anos de prisão quem usar a frase “campos de concentração poloneses” ou sugerir que o país foi cúmplice dos crimes da Alemanha nazista.

A decisão foi duramente criticada por Israel e pelos Estados Unidos, onde os sobreviventes do Holocausto e outros de origem polonesa temem que o governo possa diminuir o papel que alguns poloneses tiveram ao matar judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

C/Globo.com

Foto: Reuter

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